quarta-feira, 25 de maio de 2016

Vinil cozinha

Como já tive a oportunidade de partilhar, o meu objetivo uma vez estagnados (de novo) os estudos foi o de organizar a casa. Vamos no enésimo destralhamento. O último foi mais radical. Fiquei sem roupa de praia. Porque motivo guardar um biquini que não me serve e ao qual havia retirado os suportes do peito e que agora espalma as maminhas, e outro que está em perigo eminente de expor a parte íntima um vez rachado o suporte lateral? Lixo. Veêm! Muito radical mesmo. 

Já arrumei a casa de banho. Já limpei a cozinha (ok, tenho de ser sincera, tenho de limpar os móveis por dentro - again!). Dei um jeito ao quarto, aproveitando para criar o espaço ZEN. E, como sempre adianto, muitas ideias fervilham nesta cabecinha pensadora.

Por agora, partilho a maravilhosa ideia que tive para a minha cozinha. Mas, antes tenho de comentar que quando algo não me agrada penso imenso, folheio as revistas que tenho em casa (o que inclui o catálogo do IKEA), vejo montes de fotos de decoração na net, estou sempre atenta aos programas de televisão (o que inclui as telenovelas que cada vez têm sets bem giros!), entre outras coisas. 

Ora vejam se não ficou m-u-i-t-o m-e-l-h-o-r! 


O vinil custou, se a memória não me falha, cerca de 21€ e foi executado por Arte Nita Produções Gráficas.

Espero que vos inspire!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Guisado de chambão

Participei num workshop promovido pelo Espaço Lua com o tema Ser Mulher. Foi um momento de partilha de experiências, bastante inspirador e muito motivador. Tinha como principal objetivo dar-nos a conhecer a nossa força interior e ensinar a ouvir mais a nossa intuição ao estarmos mais conectadas à terra. Aproveitada a oportunidade de poder participar saí com energias renovadas e muita motivação. Percebi que tenho de melhorar o conhecimento do EU e se lhe der mais importância talvez as coisas corram de feição!

No sábado passado tive de acordar mais cedo para emprestar o carro à minha irmã. Aproveitando que estava de pé e que a família ainda dormia fui ao supermercado fazer compras com o propósito de adiantar algumas refeições.

Comprei carne de novilho para preparar a habitual jardineira à moda da Rita, mas acabei por usá-la para seguir a receita de guisado de chambão do Jamie Oliver. Pela primeira vez, que eu esteja recordada, preparei algo no forno por 3 horas! Como era de esperar ficou uma delícia! 

Ingredientes:
- azeite;
- 2 cebolas roxas (usei cebola branca);
- 3 cenouras;
- 3 talos de aipo (não usei);
- 4 dentes de alho, com casca:
- raminhos de rosmaninho fresco (não usei);
- 2 folhas de louro;
- 1 mão cheia de cogumelos porcini secos (não usei);
- 1 pau de canela;
- 1 kg de chambão;
- sal marinho e pimenta acabada de moer;
- 1 colher de sopa de farinha;
- 2 latas de 400 gr de tomate;
- 2/3 de uma garrafa de chianti (não usei).

Modo de preparação:
1/ Pré-aqueça o forno a 180ºC.

2/ Numa caçarola de fundo pesado e resistente ao calor, aqueça um pouco de azeite e frite levemente as cebolas, as cenouras, o aipo, as ervas, os cogumelos e a canela durante 5 minutos, até amolecerem ligeiramente. (Este processo fiz no forno e usei a púcara)

3/ Entretanto, passe os pedaços de carne por farinha temperada, sacudindo o excesso. (O ideal é peneirar a farinha) Junte a carne à caçarola e misture tudo.

4/ Junte os tomates, o vinho e uma pitada de sal e pimenta.

5/ Tape com uma camada de folha de alumínio e a tampa e enfie no forno pré-aquecido durante 3 horas ou até a carne ficar tenra e se desfazer com uma colher. Retire o pau de canela e os ramos de rosmaninho e sirva.

O empratamento não é o meu forte e muito menos a fotografia. Mas, deixo a sugestão porque adorei!



Espero que gostem!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

A polémica em torno dos contratos de associação

Gostava que discutissem na AR temas como o desemprego e a pobreza como discutem a história dos contratos com as escolas privadas. 

Meus amigos, tão simples como isto:

1/ Existem escolas públicas em determinado raio não obrigando os alunos a mais de X kms de deslocação? Se sim, há que frequentar a escola pública, pois para isso "pagamos" aos professores que, como em qualquer profissão, têm de exercer o seu cargo com o máximo profissionalismo. Se não, pensar em provisoriamente colocar os alunos nos colégios mas sempre com a pretensão de construir uma escola pública pois a longo prazo a escola fica paga e os milhões que se pagam por ano aos colégios poderão ter outro uso.

2/ A escola pública não tem capacidade para acolher todos os jovens? Poderemos encarar a escola privada como opção, mas sempre atendendo igualmente à possibilidade de construção de escola pública tendo em consideração obviamente o crescimento populacional e demais estatísticas, pois chega de deitar dinheirinho pela janela pois não somos a Alemanha para nos darmos a estes luxos. Somos um país pobre disfarçado de rico.

3/ A escola pública tem alunos com carências educativas e não tem docentes especializados? Sim, recorremos à escola privada, provisoriamente, pois todas as escolas deveriam ter professores especializados no ensino especial.

É ou não é simples! 

Não compreendo como povoações têm mais de uma escola num raio perfeitamente admissível e depois pagamos para ter os meninos no privado.

Sempre frequentei escolas públicas. Sou do tempo em que íamos a pé para a escola primária e também para a preparatória. Tenho uma filha e desejo o melhor para ela, assim como os meus pais fizeram comigo, mas se não tenho dinheiro para pagar escola privada, vai para a escola pública. 

Acredito que muitos casos se justifiquem, mas sejamos honestos. Pensemos nas crianças que vão para a escola sem pequeno almoço e que para o terem gratuitamente exige a escola vasculhar os extratos bancários dos pais para se certificar de que pode a criança ter direito a um pão com manteiga e a um pacote de leite.

Desejo que o país se torne mais humano e menos egoísta.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

O cantinho do descanso

Li algures que é importante ter um espaço da casa destinado ao descanso e meditação. Um espaço onde possamos estar tranquilos e sem pensar em nada além da contemplação do belo. Bonito, verdade?

Sabia que precisava de um cantinho Zen. Mas onde o poderia criar? A minha casa tem divisões pequenas e ter um espacinho, ainda que pequeno, destinado ao merecido descanso parecia impossível. 

Foi quando me lembrei do canto no meu quarto. Inicialmente tinha o projeto de colocar um segundo roupeiro para arrumação da roupa que a Leonor tem herdado, mas depois a ideia pareceu um bocado descabida pois estou cansada de ver móveis por toda a casa. E, além disso, tinha o sofá que estava no quarto da bebé e que ficou nesse mesmo cantinho. 

A cor tinha de ser verde, pois os tons claros são importantes para criar espaços harmoniosos. Claro que o branco é a cor de eleição, mas um pouco de cor dá mais alegria! Aproveitei uma promoção e comprei a lata da tinta por menos de 7€. O jarrão era cor barro e tinha estado no antigo escritório tendo passado para a cozinha. Os ramos secos sempre existiram no jarrão, apenas acrescentei as flores que copiei do site O Mundo de Sofia e imprimi em papel fotografia.


Fiz as letras no word, recortei com x-acto e colei as folhas com fita cola colando-as de novo na parede. Assim, criamos barreiras para pintar as letras.

As almofadas e o cesto são produtos Kasa, marca do Continente.




Estas organizações/remodelações low cost são as minhas preferidas! Por norma não me desfaço de nada a menos que comprovadamente não use pelo menos à dois anos. E se mudo algo de sítio, antes de me desfazer das coisas, deixo-as a marinar num cantinho até perceber onde colocar esse item.

Espero ter-vos inspirado!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O segredo

Quantos já ouviram falar do Segredo, o famoso livro da autoria de Rhonda Byrne? Eu li-o 2 vezes. E, por experiência, posso garantir que acreditar no poder da atracção resulta. 

Um dia, a minha sobrinha comentou que não gostava de estar na minha casa porque eu não tinha brinquedos de menina. Eu sabia que ela tinha razão mas parecia-me uma extravagância comprar um brinquedo especificamente para quando ela estava em nossa casa. Conseguir uma boneca tornou-se no meu pensamento número 1. E foi assim que encontrei uma barbie. Encontrei-a num dos passeios com o Zeca, logo pela manhã, mas não a levei comigo, pensei que provavelmente teria caído e alguém iria buscá-la. Aconteceu que ao final da noite ela continuava ali esquecida. Levei-a comigo. Ficou em nossa casa durante uns bons anos até que, com a mudança, ela desapareceu. Eu defendi que o universo veio reclamá-la para outra menina.

Também achei que tinha de encontrar dinheiro. Todos os dias, quando passeava o Zeca, pensava "Eu vou encontrar dinheiro". E encontrei! Uma nota de 50€. Mas, era publicidade. No entanto, não desisti e voltei a encontrar dinheiro. Encontrei 100€ caídos no átrio do hotel em Paris. O que fiz? Entreguei ao recepcionista por pensar que poderia ter caído no momento de conferência de caixa. Que inocente, devem estar a pensar. Ao regressar, recebi um aumento da empresa!

Num dia em que fomos dar um passeio a Belém, quase sem tostão, e sabendo que nos faria falta, eis que ao passar por um multibanco ele diz "Retire o seu dinheiro". Eu retirei os 10€ que ali estavam presos sem dono à vista. 

E muitos mais episódios podia eu relatar. 

Claro que existiram momentos em que não me lembrei que ter pensamentos negativos chamaria mais negatividade. 

Ontem, depois de terminar o dia de trabalho, lembrei os tempos em que vivia o segredo e recordei em como fui melhor pessoa e muito mais feliz por isso decidi ouvir o filme no youtube assim como o programa que a Oprah dedicou a este tema. E sabem que mais? Senti-me feliz por acreditar.

terça-feira, 3 de maio de 2016

2 dias sem lactose nem glúten

Em conversa com uma amiga de uma amiga fiquei a saber que por ter uma circulação sanguínea menos boa foi-lhe recomendado abster-se de produtos contendo lactose e glúten. O que despertou mais a minha atenção foi quando a médica fez a mesma observação à minha mãe.

O que me leva ao meu presente de Natal para mim mesma. Era suposto comprar uma máquina fotográfica, como tanto precisava, mas acabei por comprar um livro de culinária que me pareceu muito interessante. 

Pensei em como poderia ser motivador um dos meus novos objectivos para o novo ano ter a ver com o meu peso.

Durante a gravidez engordei 23 kg e, por estranho que possa parecer, a última vez que me pesei foi 3 dias antes do nascimento da bebé. Balança é coisa que não existe aqui em casa. Nem sei bem porquê. Simplesmente não existe e ponto.

O dia 1 de Maio ficou registado como o dia em que passaria a melhorar a minha alimentação, voltando a diversificar e introduzindo novos ingredientes, tendo em atenção a questão do glúten e da lactose. 

Primeiro tive de abastecer a despensa e depois foi tudo uma questão de imaginação. 

No final do primeiro dia senti-me vitoriosa por não ter cedido a tentações. Ao fim do segundo dia estou certa de que este pequeno objectivo irá ajudar-me todos os outros. É coisa frequente por estas bandas, começar algo e nunca terminar...










sexta-feira, 29 de abril de 2016

Um novo (re)começo!

Sim. É isso que pretendo. Um novo recomeço. Todo o tempo que estive sem escrever teve como único objectivo perceber o que queria e entender o que me motivava. Digamos que foi uma espécie de introspecção.

Tenho estabelecido pequenas metas, sempre visando uma mudança progressiva, que me permita aprender a viver de forma minimalista escutando os meus sentimentos e emoções.

Nem sempre é fácil, mas é uma questão de treino. 

Também reflecti sobre a existência do blogue. Pensei em desistir. Pensei em mudar de rumo. Pensei no rumo inicial. Pensei no porquê da sua existência. Pensei muito. E cheguei à brilhante conclusão de que não escrevo para agradar aos outros (com todo o imenso respeito que me merecem!) mas faço-o por mim e de acordo com o meu ritmo. Foi isso o que me fez voltar. 

Um dia, poderei sentar-me com um equipamento tecnológico hiper futurista e ler o que escrevi ao longo dos anos percebendo as minhas diferentes fases, relembrar momentos eventualmente esquecidos e interiorizar a mudança e a evolução. Chamo-lhe aceitação da PDI.

A minha princesa continua (e continuará) a ser a minha prioridade. Passamos todo o tempo que podemos juntas, no entanto, tenho avançado com alguns pequenos projectos que me têm alegrado e me fazem sentir eu mesma. 

Tenho descoberto ser mais criativa do que pensava e muitas ideias fervilham na minha cabeça pensadora. Mas, lá está, tudo a seu tempo. 

De momento, o rumo deste blogue será: "Os dias da nossa vida" falando de tudo um pouco. Decoração com imensos DIY, receitas com algumas novidades e a anterior descoberta de ingredientes e misturas deliciosas, comentários acerca da actualidade, explorar a mais recente rúbrica ainda sem nome "ser mãe", e tudo o demais que pareça interessante.

Todas as sugestões serão aceites como bem-vindas sempre que sejam construtivas e com o propósito de sermos melhores pessoas!

A todos um bem haja!