quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Shark Tank

Eis um dos programas que gosto muito de ver para acompanhar algumas grandes ideias! Nem sempre acontece mas por vezes aparece alguém que teve uma ideia luminosa. Entenda-se: milionária! E dou por mim a pensar: "Mas porque raio é que não consigo ter uma ideia interessante?". Lembro-me de que quando comecei a faculdade achei que seria engraçado ter uns post it semi transparentes que me permitissem escrever mas continuar a ter acesso ao que estava impresso sem ter de levantar o post. Entretanto lá apareceram no mercado uns que responderam na perfeição à minha necessidade. E eu, perdi a minha oportunidade de fazer uma sugestão interessante.
 
Entre os muitos negócios que achei curiosos, ontem apareceu um que seria interessante de implementar, mesmo assim desconfio que eventualmente não teríamos mercado suficiente pois a crise não ajuda muito. A ideia de dois rapazes foi a de criar um site onde as pessoas escolhem a ementa e definem o número de pessoas a alimentar. Depois, recebem em casa os ingredientes nas porções certas e um folheto com a receita. Aquilo simplifica imenso a vida das pessoas! Não precisam de perder muito tempo a procurar uma receita que lhes encha as medidas, nem precisam ir às compras. Ou seja, evitam um monte de stresses no momento de preparar a refeição. Não sei se algum dos investidores desistiu apostar pois não vi o programa até ao fim, mas a ideia pareceu-me deveras interessante.
 
Humm... Vou continuar a puxar pela cabecinha até descobrir algo que vá de encontro às minhas motivações e necessidades dos demais!

terça-feira, 29 de Julho de 2014

Em modo limpezas

Por aqui andamos em modo limpezas e reciclagens. Ontem, falava com o S. e dizia-lhe que as mudanças aqui em casa são complicadas pois a casa é pequena e com pouca margem de manobra para grandes (e necessárias) mudanças. Ele respondeu que eu devia ver como era a primeira casa dos seus pais que aparentemente era metade da nossa, ou menos de metade! Fiquei a pensar naquilo e respondi-lhe que se calhar estava na altura de fazer uma reciclagem à séria. Amigos, acreditem se vos digo que o acumulador é ele! É que eu sou capaz de deitar fora, ou doar, coisas que não uso, por exemplo, à uns dois anos. Se não uso e/ou não toco em determinado item é porque não preciso. Se não preciso não está aqui a fazer nada.
 
Os dois últimos fins de semana foram dedicados à cozinha e à casa de banho. Na cozinha dediquei-me a limpar a marquise, lavar a parede que tinha humidade, os vidros que estavam carregados de pó e as máquinas que retirei do lugar e foram lavadinhas! Na casa de banho, mais do mesmo, lavámos as paredes com lixívia, e demos uma cara nova às cortinas da banheira. Aquilo andava a meter nojo e eu já havia decidido ir ao IKEA para comprar umas novas, mas depois pensei que ainda que fossem baratas, a somar a despesa do combustível e o tempo que eu perderia a ir lá mais a frustração de querer comprar metade da loja e não poder comprar nem 0,000001%, decidi borrifá-las com lixívia e deixar de molho enquanto almoçava e depois foi só colocar na máquina de lavar. Ficou 99,9% perfeito! E o S teve de se calar pois andava a melgar-me a dizer que aquilo ia correr mal! Não correu. Poupei uns 10 euros e fiquei com uma casa de banho bem mais eu! Até me dei ao trabalho de retirar um monte de tinta que estava no parapeito da janela da WC e que estava cá desde o tempo dos inquilinos anteriores.
 
O próximo fim de semana vamos tratar do quarto. E depois, só fica a faltar o escritório. Além disso, ainda tenho a despensa. O que sabe melhor? É passar nos espaços, montar alguma confusão (muita mesmo) e depois de uma valente reciclagem e vistoria, deixar tudo lindo e limpinho!
 
E vocês? Também andam em limpezas, arrumações e remodelações?

sexta-feira, 25 de Julho de 2014

Still Alive!

Acho que nunca tinha estado tanto tempo sem atualizar o meu cantinho!
 
Continuam as aventuras no pingo doce aqui da vila! Vi, com estes olhinhos que a terra há-de comer, uma miúda a levantar o mini vestido, à minha frente, e a esconder um creme nas cuecas! Fiquei para morrer. Na peixaria, esperando pela minha vez para pesar congelados, uma dondoca passa-me à frente com o maior dos descaramentos do mundo. Ainda me imaginei a puxar-lhe os cabelos, numa daquelas cenas imagináveis tipo filme, mas nada disso, mantive a postura e esperei. Ontem, houve um outro acontecimento protagonizado por um senhor que berrava po entre os corredores "São todos uns gatunos!". Como estava na caixa a terminar o pagamento saí da loja o mais depressa que pude antes que a coisa rebentasse. Juto que temo pela minha vida sempre que visito este pingo doce. Enfim.
 
Tenho ido ao ginásio uma a duas vezes por semana. Não sou exemplo para ninguém, mas se existir por aí uma alma caridosa que possa enviar doses de energia por CTT, eu agradeço! Bem, com esta péssima atitude face ao ginásio claro que engordei! Estou com uns 65 Kg nada invejáveis. Mas, I have a plan! Em setembro retomo as aulas com a PT. Já tenho um plano alimentar com ligeiras alterações que irão responder a algumas das minhas necessidades. Lá está! Acabo de relembrar um dos pontos negativos de trabalhar em casa! O frigorífico! É verdade! Aquele eletrodoméstico de maiores dimensões onde temos por hábito guardar alguns pedaços pecaminosos. É que estando tão à mão uma pessoa não tem defesas para o evitar. É o meu caso.
 
Quanto à cozinha, tenho de admitir que este hobbie tem sido um bocado desprezado. E nem imaginam como me deixa triste, mas não consigo fazer tudo. Tenho optado por refeições muito simples e rápidas, daquelas que sei mais ou menos de cor e que não precisam de muitos ingredientes ou de muito tempo de preparação. Ontem fiz um empadão de carne e, aproveitando que ia usar o forno, fiz também uma quiche de fiambre. Hoje, preparo um frango estufado e umas salsichas com couve lombarda que adorooooo. E fico com umas quantas refeições adiantadas. Tenho sopa, alface já lavadinha e preparada para consumo. E fruta, muita fruta. Por isso, não me vou aventuar na cozinha em pratos demasiado elaborados e que exijam foto para incentivo dos amigos que por aqui passam e que felizmente não desapareceram perante a minha ausência. A todos vós, um bem haja!
 
E pronto, continuo assim, meio desorganizada, a precisar de ler urgentemente uns quantos livros de auto-ajuda e consultar daqueles blogues onde as vidas parecem perfeitas e que tanto amo!

quinta-feira, 3 de Julho de 2014

Onde pairam os valores de outrora?

Já comentei que detesto o Pingo Doce aqui da vila, certo? Pela desorganização - o que inclui falta de preços e a falta de produtos, pelos colaboradores menos disponíveis, pelas filas intermináveis que tiram qualquer um do sério e, acima de tudo, pela gente mal educada que o frequenta. Vivemos na linha, mas na linha significa linha do comboio, nada mais.
 
Num outro dia assisti a uma discussão entre duas senhoras que tinham idade para ter juizinho. Garanto-vos que temi pela minha vida. Foi o horror, o drama, a tragédia! Isto passou-se na caixa prioritária. Uma caixa que, para mim, não passa de prioritária para a desgraça. Pelo que percebi, uma das senhoras passou à frente da outra porque ia acompanhada de uma criança num carrinho. A outra não gostou, pois deu conta de que a dita senhora vinha também com o marido que saiu da loja enquanto a mulher preparava este cenário. Amigos, aquilo foi quase um armagedom. Uma troca de palavras e acusações desaconselhadas aos mais sensíveis. Quase andaram à estalada e aos puxões de cabelo. Eu, numa outra caixa, à semelhança dos restantes clientes, mantivemos a calma e esperámos que as senhoras retomassem algum decoro. Concordo que a senhora que foi ultrapassada manifestasse o seu desagrado, mas isso não é sinónimo de sacar de toda a raiva e frustração interior. Tive pena das duas senhoras, pela triste figura, mas também tive muita pena por viver num país com tão pouca tolerância a estes pequenos episódios, pois seriamos muito felizes se no mundo o único gesto mal pensado fosse o de nos passarem à frente na fila do supermercado.
 
O meu conselho é muito simples: fugir destas caixas como o diabo foge da cruz.
 
E pronto, viveram para felizes para sempre!

quinta-feira, 19 de Junho de 2014

Criar inimizades

é coisa que me arrepia. Quando não gosto de uma pessoa, limito-me a criar uma barreira, não a bano do meu espaço. Apenas lhe sugiro discretamente, quase sem palavras, para não se atrever a intrometer-se no meu espaço íntimo. Aprendi num curso de Relações Humanas que tirei há algum tempo, que o nosso espaço intímo equivale ao nosso braço estendido num ângulo de 360º. Achei aquilo curioso. Mais curioso ainda quando percebi que se havia coisa que eu odiava era que as pessoas me abrassassem do nada. Tipo: Toma lá um abraço porque me apetece. Por norma, nestas situações, fico numa posição demasiado incómoda e, se pudesse ver-me desde cima, estaria de rabo espetado no sentido oposto. Lá está, do tipo: "Já me largavas, não?".
 
Não crio inimizades, não sou agressiva com as pessoas, pura e simplesmente poderão interessar-me mais ou menos. Isto para comentar que, pela primeira vez na vida, pois existe sempre uma primeira vez na vida, estou possessa com uma professora da faculdade.
 
Eu não sou licenciada. Admito que por vezes tenho dificuldade em expressar-me corretamente. Não falo fluentemente usando palavras caras e expressando-me como se estivesse a barrar um pão com manteiga que desliza facilmente. Sempre fui de trabalhos práticos, de equações. Por isso, custa-me um bocado quando tropeço numa pessoa que primeiro pede para eu não falar muito, pois fica sem fôlego a ler os meus trabalhos; depois, quando respondo preto no branco, responde que eu devia ter aprofundado mais outros temas igualmente inerentes à mesma questão. WTF? Se respondo que o João foi comprar flores para oferecer à Joana porque era o seu aniversário e ela ficaria muito feliz com esse gesto, é demasiada informação; se digo que o João foi comprar flores, é pouca informação.
 
Depois de receber a última observação pensei que a senhora que corrigiu o meu teste além de ser demasiado vaga, esquece-se que eu estou ali para aprender e não para mostrar que sou licenciada (ou não o sendo, pois existe muita muita muita gente que sabe expressar-se, que tem imensa cultura geral e não tem formação superior), pois afinal estou a trabalhar para ser melhor. Mas, esta senhora acha que eu já devia ter nascido ensinada. Gaja, eu sou das barracas, 'tás a ver a cena? Consegui crescer um bocadinho graças ao incentivo dos meus pais e, se um dia tiver um filho, espero dar-lhe o mesmo incentivo para que ele tenha ainda mais sucesso do que eu. É assim a evolução das gerações. A tendência é irmos melhorando a cada uma que passa, se bem que existem pessoas que contribuem para a destruição do que os antepassados construiram.
 
Se vou desanimar? Não. Estou a preparar-me para fazer o melhor teste da minha vida. Comigo é assim, quando me irritam, não me vou abaixo, isso é só um empurrão para fazer ainda melhor.

quarta-feira, 18 de Junho de 2014

No meio de tanto stress...

As últimas semanas foram por demais cansativas. Os últimos testes na faculdade obrigaram a descuidar o blogue. Também o facto de estar sem a máquina contribui para isso. Preparei uns folhados de alho francês e cenoura que tenho de partilhar. Uma delícia!
 
Mas, voltemos ao stress das últimas semanas. Finalmente descobri a causa da minha falta de energia. Uma falta de energia que por vezes mais parece que me aspiraram. Não é muito bonita a metáfora, mas é o que sinto. Tensão baixa! Eu tenho a tensão baixa.
 
Da primeira vez que medi a tensão no centro de saúde, um dia em que fui em jejum por causa dos exames, a enfermeira comentou esse facto mas deduziu que poderia ser por estar em jejum. Perguntou se eu tinha tonturas. Não tenho. Perguntou se me sentia bem. Sim, normal.
 
Segunda visita à médica. Novamente tensão baixa. Novamente as mesmas perguntas. Eis que a médica comenta que eu tenho de consumir mais sal. E pronto. Descubro que a minha falta de energia resulta da minha mania de quase não consumir sal. Posto isto, comecei a aumentar ligeiramente o consumo. Nada de exageros, pois sabemos bem que o excesso não é saudável.
 
O que mais estranho é o facto de me sentir perfeitamente, à parte, claro está, de sentir um esgotamento físico que me irrita. Um querer mexer mas não ter vontadinha nenhuma.
 
E, no meio de tanto stress, recuperei o contacto com uma prima com quem não falava há duas décadas. Uma prima que é mais parecida comigo que as minhas próprias irmãs. Sinceramente estou espantada com a minha reaproximação à família. Juro que sempre fui um bocado desligada e sempre dei mais importância aos amigos. Mas a família também pode ser amiga, não é verdade? Mesmo assim, nada como agir com precaução, pois nunca se sabe.
 
E pronto, agora estou em modo de exames, mas prometo que assim que termine (são mais 4 semanas) o blogue terá montes (ou montanhas!) de novidades.
 
Ah, e relativamente à Samira, deu para ver que a menina não venceu, mas foi uma vencedora. Adorei a evolução dos seus pratos. Foi uma inspiração para mim!
 
Até breve!
 

terça-feira, 27 de Maio de 2014

Eu e o Masterchef Australia, o Masterchef Australia e eu

Um programa que adoro! De momento, o único que vejo além das notícias. Pronto, confesso, além das notícias e das Kardashian!
 
Ontem, terminada uma série de tarefas, isto perto da meia noite, foi refastelar-me no sofá (tipo Simpson) para ver mais um episódio do Masterchef. Eu e o marido estávamos a torcer pelo Kelty e pela Samira, dois concorrentes que, a nosso ver, tiveram uma evolução brilhante! Acontece que o Kelty apresentou um prato de porco com melaço, que além da apresentação menos interessante parece que o sabor deixou a desejar, pois foi o último prato que preparou na cozinha mais famosa do mundo.
 
Não concordei que tivessem mantido a menina que deixou os bolinhos mal cozidos, mas pronto, eles é que são os peritos.
 
Resta torcer pela Samira! Go Samira! Mas o Richi parece um forte candidato ao título. Tenho resistido todos os dias para não espreitar qual foi o vencedor. Ainda que custe, pois sou demasiado curiosa, vou aguentar até ao último episódio!
 
E vocês, gostam do programa? Estão a torcer por quem?