sábado, 1 de janeiro de 2011

Bolo-Rainha


10-20


O verdadeiro desafio foi o bolo-rainha, que afinal não é tão complicado como eu pensava!

Ingredientes:
- Para a massa
150 gr de manteiga vegetal
100 gr de açúcar amarelo
600 gr de farinha de trigo
40 gr de fermento de padeiro
1 dl de leite de soja
5 ovos
200 gr de mistura de frutos secos
1 gema para pincelar


- Para a decoração
Geleia de marmelo
Frutos secos
Coco ralado


A preparação da massa é fácil. Na tigela da batedeira, coloquei a manteiga, o açúcar, a farinha, o fermento desfeito no leite morno e, com as varas em espiral, misturei até a massa se descolar das paredes do recipiente.

Adicionei os ovos, batendo tudo por mais cinco minutos, envolvendo os frutos secos.

Deixei a massa levedar por 15 minutos.

Terminado o tempo, e aqui saltei uma parte, pois em vez de moldar a massa numa superfície enfarinhada, coloquei de imediato sobre o tabuleiro untado com manteiga vegetal e com farinha, porque a tarefa de transferir a massa moldada para o tabuleiro me pareceu complicada.

Portanto, sobre o tabuleiro, dei a forma de coroa à massa, que depois foi pincelada com a gema do ovo batida, ficando a levedar mais uns minutos.

Entretanto, o forno já estava ligado a 175ºC.

Confesso que quando coloquei a massa no forno para cozer, receava que não corresse bem, pois parecia que a massa estava mole demais. Só fiquei descansada, quando passados 10 minutos, começo a ver que a massa começa a tomar forma.

Deixei no forno por 60 minutos. A receita não comenta o tempo que deve ficar no forno, o que na minha opinião é uma grande falha, principalmente quando comentam as calorias por unidade!

No processo de cozedura, usei o truque da cozedura do pão, para conseguir que a massa não fique seca. O truque é colocar um recipiente com água dentro do forno. Para o efeito, costumo usar uma forma.

Quando o palito sai seco, e terminado o tempo de cozedura, desligo o forno, abrindo um pouco a porta para ir diminuindo a diferença de temperatura evitando que a minha experiência seja um fracasso.

Entretanto, aqueço a geleia de marmelo em banho-maria, com a qual pincelei o bolo que foi de imediato decorado com os frutos secos que sobraram e com coco ralado.

As pessoas que o comeram, gostaram, apesar de ser pouco doce. Concordo que devia ter posto mais frutos, mas quando temos em casa um guloso com 31 anos e com 70 Kg, é difícil conseguir controlar os doces em reserva na dispensa.

Foi o doce natalício que mais gostei de fazer, mas o que mais gostei de comer foram os sonhos acabadinhos de fazer, em que a massa está quentinha e parece ter maior elasticidade.

Acabadas as experiências com doces tradicionais, que foram mais que uma actividade física intensa com um dia passado na cozinha, pois foram também uma frigideira queimada de tanto frito que tive de usar dois esfregões bravo para lhe devolver alguma dignidade.



Continuem ligados porque tenho mais algumas experiências para comentar, mas primeiro tenho de ir estender a roupa, arrumar a cozinha e fazer a cama.





Bon appétit!


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