domingo, 6 de fevereiro de 2011

Salada de pêras, nozes e Roquefort


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(In Comer bem, Viver bem)

Vou escrever esta receita pela terceira vez! Confirma-se que a presa é inimiga da perfeição!

Esta semana envolvi-me com os tachos e panelas por apenas 2 vezes. Segunda, o jantar veio ter connosco; terça foi dia da fomosíssima sopa de couve e cenoura; quarta, o pai fez anos e a mãe fez o jantar; quinta, e depois do refogado de couve que me lembrou o interior de um crepe chinês, jantámos no restaurante chinês; sexta, grelhei um bife de novilho e fiz a salada de pêras, nozes e Roquefort.

Seguem os ingredientes:
2 pêras cortadas ao meio, descaroçadas e cortadas em fatias no sentido do comprimento;
3/4 de chávena de soro de leite meio gordo (que não encontrei à venda);
2 colheres de sopa de queijo Roquefort esfarelado;
1 colher de sopa de vinagre de vinho branco;
1 colher de café de sal;
1 pitada de pimenta;
2 colheres de sopa de cebolinho ou rama de cebolo picada (optei pelo cebolinho);
4 chávenas de alface-francesa ripada;
6 chávenas de alface-roxa ripada;
2 chávenas de folha de agrião;
1 1/2 chávenas de rodelas de pepino muito finas;
3 colheres de sopa de nozes pecan (comprei das normais)

A preparação é simples. Comecei por lavar e secar a alface, que ripei para uma tigela grande, repetindo o processo de lavagem e secagem com o agrião.

A receita sugere que parte do soro de leite seja misturado com o queijo Roquefort, o vinagre, o sal e a pimenta. Acontece que assim formamos uma pasta, difícil de ser absorvida pelos legumes da salada, por isso sugiro que os ingredientes sejam adicionados um a um.

Adicionei o cebolinho, que comprei e usei pela primeira vez, ao qual achei piada porque parece relva.

Acrescentei as pêras, que devem ser molhadas no resto do soro de leite, parte que saltei; e por último, as nozes torradas. Sugiro que liguem o lume no final de prepararem as nozes suficientes.

Tenho a comentar que o facto de estar mais atenta à arte de cozinhar, em que vejo na televisão ou leio livros de diferentes chefs, de diferentes países com diferentes tradições gastronómicas, é sinónimo de novos aromas, especiarias, legumes, entre outros; diferentes técnicas, bem como diferentes instrumentos na confecção dos mais variados pratos. Esta receita incitou-me a comprar um instrumento básico, mas que já havia feito alguma falta, um quebra-nozes.



Fiz a compra inteligente do mês: o carregador de pilhas. Mas, infelizmente, não consegui carregá-las a tempo de fotografar a salada, pois a fome apertava.



Convido-vos a ficarem por aqui, porque hoje o almoço é bacalhau com queijo gratinado no forno.




Bon appétit!

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