quarta-feira, 19 de julho de 2017

Toalhitas antitransferentes

Incrédula foi como fiquei ao ver este produto disponível no super aqui da zona. Decidi experimentar em versão marca branca.
 
Encantada foi como fiquei depois da primeira utilização.
 
O que mais me impressionou foi que achei os brancos mais brancos. E, por isso mesmo, decidi escrever este post.
 
Ultimamente lavo muito mais roupa, principalmente por estarmos em fase de "desfralde". Quase todos os dias vem roupa com chichi da escola, assim como é frequente ter de lidar com um ou outro chichi em casa. Costumo passar logo por água ou deixar num baldinho até preparar próxima máquina. Já ponderei começar a lavar a roupa à mão, mas a falta de tempo para tarefas domésticas tem dificultado e obrigatoriamente tenho de simplificar. Lavar à mão não é simplificar. Por isso, muito obrigada a quem inventou as toalhitas!
 
A educadora diz que é normal terem passado dois meses sem que a Leonor decida pedir para ir ao bacio. Eu pensava que seria suficiente, mas não. Ao que parece esta tarefa é demasiado chata e brincar é muito mais giro. Por isso, a minha pequenina prefere fazer as necessidades e ponto. Depois aparece junto de mim de pernas arqueadas e a pedir socorro. Já me aborreci mais. Agora, e depois do esclarecido pela educadora, respiro fundo e lembro-a de que tem de pedir para ir ao bacio. Prevejo que terei um verão muito interessante.
 
Até já!

domingo, 9 de julho de 2017

Temos mini chef!

Estou super impressionada com a capacidade de concentração da minha menina na arte culinária! Hoje, aproveitando que ia fazer entrecosto no forno, decidi preparar uma quiche de espinafres com cogumelos. A Leonor esteve sempre comigo. Em cima de um banco e com o mini avental que comprámos no IKEA.
 
Foi vê-la super entusiasmada ao lado da mãe a fazer tarefas como: lavar e retirar as folhas dos caules, cortar os cogumelos, mexer o preparado na frigideira, amassar a massa quebrada (preparada na bimby) (e aproveitar para ir comendo bocadinhos de massa crua) e bater os ovos com as natas.
 
A idade não tem de ser desculpa para não a envolver nestas tarefas. Claro que não a deixei sozinha nem por um segundo e passei o tempo todo a dizer "Não toques na frigideira! Segura a colher de pau na ponta! Cuidado com a faca !" E, sem medo meu, e com extremo cuidado, lá colaborou em toda a preparação. O meu pânico foi quando agarrou um bocado bem grande de massa e pôs na boca. Abri-lhe logo a boca para retirar a massa. Num momento de distração minha deu um toque na frigideira. Nada de grave, mas ficou meio surpreendida a olhar para a frigideira.
 
Já outras vezes me havia ajudado na cozinha, mas esta foi a primeira vez que me estiquei nas tarefas atribuídas à pequena. Não é que nos ajudem, pois acabamos por perder mais tempo para garantir a segurança, mas defendo que é uma excelente forma de entenderem que as coisas que caem na mesa não é por obra e graça do espírito santo.
 
Para quem se sinta pouco confiante, pode pedir-se às crianças que lavem a alface, ou simplesmente que passeiem a vassoura pelo chão da cozinha. É uma forma de os termos por perto e pode ser uma verdadeira surpresa a sua participação.
 
Claro que isto é por fases e muito em breve vai dizer-me que não pode ajudar porque tem de estudar, ou porque quer ver televisão, ou porque é a vez do pai, ou porque é a vez do cão-Zeca.
 
Até lá, vou aproveitando estes pequenos, maravilhosos e marcantes momentos!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Mais do que peru estufado

Ontem, quando terminei de escrever o post anterior pensei "Ora, deixa lá espreitar as visualizações para ver o que se passou na minha ausência". E pude constatar que o meu peru estufado continua no Top das visualizações.
 
É verdade que as minhas experiências culinárias não foram propriamente qualquer coisa de extraordinário, mas estou segura de que este pequeno cantinho tem muito mais para além do famoso peru!
 
De qualquer modo, o peru ganhou um certo estatuto e passou a merecer todo o meu respeito. Caso contrário, suspeito que as visualizações rondariam a unidade.
 
Obrigada peru!
 
Bem haja!


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Feliz 2017!

Podia pensar em mil e um temas para este post, mas este foi o que me veio à cabeça.
 
Quem tem acompanhado este cantinho, deverá ter percebido que não gosto de estar parada (assim como detesto ter muita coisa pendente). Em 2016 entendi que sentia falta de dedicar tempo à minha pessoa, principalmente ter momentos de descanso.
 
Não é que em 2017 me tenha dedicado ao descanso, optei sim por sair de casa. Isso mesmo. Já havia retomado os estudos (em slow motion, mesmo muito s-l-o-w). Decide inscrever-me no centro de ioga aqui da vila. Tenho adorado as aulas. Sinto músculos que desconhecia existirem e por vezes estou em posições em que penso "OK! Não me vou mexer nem um bocadinho para não partir qualquer coisinha ou deslocar algum orgão do seu sítio." Isto em fevereiro. Portanto, temos a faculdade e uma aulita de ioga por semana. A coisa corre de feição.
 
Decidida a enriquecer o meu currículo, inscrevi-me no curso de espanhol para avançar mais um nível. Na realidade saltei três níveis, 2 graças à prova de nível que fiz e que me situou um pouquinho mais à frente e outro terminado em junho passado com 9/10! Com o curso e com o facto de trabalhar espanhol ao longo do dia, começo a usar palavras espanholas mesmo quando falo português. Sai sem dar conta. O maridão já não me corrige pois já o avisei de que o meu cérebro por vezes faz faísca.
 
Em maio, comecei as aulas de Biodanza. ADORO! Sim, parecemos maluquinhos. Mas, é uma doce e linda loucura. Dançar sem regras e sem preocupações. O que me impressionou logo na primeira aula foi a alegria estampada na cara das pessoas e o enorme sorriso daquelas pessoas que nunca antes vira na minha vida. Fui recebida como se fizesse parte da família. Recomendo a quem se sinta numa espécie de estado depressivo ou sentindo a necessidade de se encontrar, de dar um novo rumo à sua vida.
 
E pronto, está justificada a minha longa ausência! Nunca vi o blogue como um exemplo a seguir, longe disso, mas sempre o vi como tentar dar um pouco de esperança a uma amiga - ela sabe quem é - e mostrar que podemos tudo o que quisermos. A felicidade depende de nós. Podemos ter um emprego de m****, um chefe pouco interessante, uma conta bancária com poucos dígitos, mas se temos um sorriso é meio caminho andado para não nos sentirmos presos a um sistema que parece alimentar-se da desgraça alheia. Somos muito mais do que isso.
 
A minha menina está muito crescida, felizmente continua a crescer com muita saúde, e já fala tudo! Como comecei a iniciá-la no espanhol, adora dizer "!Vale!" quando percebe que eu me estou a aborrecer com ela, por exemplo, por não querer comer a sopa.
 
Outras notícias poderão ser (eventualmente - porque o tempo o dirá) partilhadas em breve!
 
Bem haja!
 
(Adorei voltar a escrever!)